segunda-feira, 11 de junho de 2018

Sinistro: homem quase morre depois de levar picada de cascavel decapitada. VEJA COMO ISSO FOI POSSÍVEL



Se você achava que bastava cortar a cabeça de uma cobra fora para se livrar do perigo, saiba que esses animais podem continuar sendo letais mesmo depois de sofrerem decapitações!



Não acredita? Então, deixe a gente contar sobre um caso que foi registrado recentemente na cidade de Corpus Christi, no Texas, EUA.



Por pouco!


O casal Jeremy e Jennifer Sutcliffe decidiu aproveitar um dia tranquilo para dar um trato no jardim, quando, de repente, a mulher descobriu que havia uma cascavel sorrateira escondida entre alguns arbustos.



Assustada, ela chamou o marido que, valente e ligeiro, resolveu pegar uma pá e cortar a cabeça da cobra fora.








Até aí tudo certo, já que Jeremy deu um jeito na cobra, salvou a esposa de uma possível picada e ficou bem na fita. No entanto, quando o homem foi recolher os pedaços da cascavel — que ele achava estar mortinha, visto que o golpe da pá separou a cabeça da bicha do restante do corpo por completo —, a cobra tascou em sua mão uma bela de uma picada.



Para você ter uma noção da gravidade da situação, Jennifer levou o marido imediatamente ao hospital que fica a pouco mais de três quilômetros da casa do casal.



Entretanto, no caminho, Jeremy começou a convulsionar, a perder a visão e os sentidos. Uma vez na emergência, os médicos descobriram que a cascavel tinha injetado tanto veneno com a picada, que o homem teve que ser colocado em coma induzido e conectado a um aparelho que o ajudasse a respirar.



No fim, os médicos só conseguiram estabilizar o quadro de Jeremy depois de dar a ele nada menos do que 26 — sim, caro leitor, vinte e seis — doses de soro antiofídico.


Só a título de curiosidade, o mais normal é que a quantidade não passe de quatro! Aliás, enquanto o time trabalhava para salvar a vida de Jeremy, ele começou a ter hemorragia interna, seus órgãos começaram a falhar e seu organismo estava entrando em choque. Ou seja, foi por pouco!



A cobra que picou Jeremy foi identificada como sendo uma cascavel-diamante-ocidental — Crotalus atrox —, cujo veneno pode provocar a coagulação do sangue, e a formação de coágulos podem causar o colapso dos rins.



Ademais, as toxinas podem levar à ruptura das membranas que envolvem as hemácias e, com isso, a hemorragias internas, além de causar a necrose de tecidos, lesões nos músculos e feridas no local da picada. Resumindo: tenso!



Normalmente, as picadas podem ser tratadas com o uso do soro e, quando não ocorre a aplicação do medicamento, o risco de morte é de 10 a 20%.



No caso de Jeremy, o encontro com a cascavel foi especialmente violento e, apesar de ninguém saber ao certo o que aconteceu, os especialistas suspeitam que a cabeça acabou injetando uma quantidade de veneno maior do que o habitual. Falando em cabeça... Como é que uma cobra decapitada foi capaz de fazer tamanho estrago?


De acordo com os especialistas, as cobras, como todo mundo sabe, são animais de “sangue frio” e, portanto, obtêm calor a partir do ambiente, através da exposição à luz solar ou a superfícies quentes.



Por outro lado, os organismos de sangue quente — como é o caso dos mamíferos, por exemplo — requerem uma grande quantidade de energia e oxigênio para gerar calor.



omo as cobras não precisam regular a temperatura corporal, elas não têm que ficar “queimando” energia e oxigênio para manter o organismo em funcionamento.



Portanto, se o suprimento de sangue for cortado — como seria o caso de uma decapitação —, esses animais não morrem imediatamente e podem levar de vários minutos a algumas horas até finalmente bater as botas.



Já as criaturas de sangue quente, como precisam de oxigênio para manter o cérebro funcional, quando o fluxo sanguíneo até o órgão é cortado, os animais morrem em seguida. Sendo assim, já sabe, né? Se você encontrar a cabeça de uma cobra por aí, o melhor é conter a curiosidade e não tocar no bicho! 



Mega Curioso 

Infidelidade: conheça o colchão capaz de detectar traições. VEJA VÍDEO






É cada vez mais comum escândalos envolvendo traições entre casais. Uma pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP) mostrou que é alto o número de pessoas que já traíram.



Entre os homens, o percentual daqueles que dizem já ter traído ao menos uma vez na vida chega a 70,6%; entre as mulheres, o número é de 56,4%. Por isso, o mercado tem corrido atrás de tecnologias e inovações que possam "ajudar" na tarefa de controlar e vigiar possíveis suspeitos ou infiéis.



Na Espanha, por exemplo, o Smarttress é a novidade da empresa Durmet, que se dedica a fabricar colchões contra as infidelidades amorosas.



O colchão inteligente recentemente apresentado em Madrid é considerado uma revolução para os relacionamentos. Aparentemente normal, ele esconde uma tecnologia surpreendente no seu interior: o sistema de detecção de amante.



O colchão que detecta infidelidades possui 24 sensores ultrassônicos que detectam o movimento habitual do casal na cama. Mas ao notar uma atividade suspeita ou movimento de uma pessoa diferente na cama, sistemas de comunicação enviam informações para o smartphone vinculado ao produto.



Segundo a empresa é o “primeiro colchão que faz com que seu corpo relaxar à noite e sua mente, quando você não está em casa, relaxar de dia”. De acordo com informações da fabricante, os espanhóis fazem parte das pessoas que mais traem na Europa – média de 2,3 traições por ano.







Porém, a empresa se diz totalmente discreta, tanto que cada colchão só está vinculado a um celular. Além disso, preserva completamente a identidade do cliente que decidir realizar a compra.



Terra

Mulher é presa por transportar netos em caixas para cães. VEJA VIDEO



Uma mulher de 62 anos foi flagrada em Memphis (Tennessee, EUA), levando, na parte traseira de um carro, os netos acomodados em caixas de transporte para cães.


Leimome Cheeks foi presa no domingo (10/6) e indiciada, segundo a emissora WREG, por colocar em risco a vida das crianças, de 7 e 8 anos.


A americana disse ter adotado as caixas porque não havia espaço para os netos na parte da frente do veículo SUV. Leimome acrescentou que fazia paradas regulares durante o trajeto de 40 minutos para se certificar do estado das crianças.




Fotos registrando a cena bizarra viralizaram no Facebook e chegaram à polícia local. Skylark Blake, vizinha de Leimome, disse que a idosa é uma "boa senhora" e que não "consegue vê-la fazendo aquilo".



No momento do flagrante, a temperatura era de 35 graus.



Assista abaixo:








Extra