Na capital Paraense: Belém, PA, Brasil

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domingo, 23 de setembro de 2018

Papa Francisco envia mensagem para o Círio de Nazaré




Faltando poucos dias para a realização de uma das maiores manifestações religiosas do planeta: O Círio de Nazaré, o Papa Francisco enviou uma mensagem ao povo paraense através da Arquidiocese de Belém.

No documento, Francisco convida os paraenses a renovarem sua devoção a Nossa Senhora de Nazaré, e pede a intercessão da virgem aos trabalhos do Sínodo para a Amazônia, a ocorrer em outubro de 2019. O evento pretende pensar alternativas de evangelização na área, intitulada pan amazônica (Brasil, Venezuela, Peru, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa e Suriname), com o objetivo de se concretizar ações que levem a palavra de Deus aos povos tradicionais dessas regiões, entre outros, os indígenas, quilombolas e ribeirinhos.

Confira na integra o documento


Texto: Silvano Viana
Fotos: Divulgação

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Nova Avenida João Paulo II é entregue em Belém e promete desafogar o trânsito na Região Metropolitana




Quem precisa se locomover pela Região Metropolitana de Belém sabe o quanto é desafiador. Trânsito pesado, motoristas e pedestres que não se entendem, e tudo complica ainda mais quando é horário de pico. Exemplo de tudo isso é que a capital paraense é considerada a quarta pior cidade brasileira para se dirigir perdendo apenas para a cidade de Manaus, no Amazonas; Florianópolis, em Santa Catarina; e João Pessoa, na Paraíba. Os dados são de uma pesquisa divulgada recentemente pelo aplicativo de trânsito Waze.

Pois é, inúmeras são as problemáticas relacionadas ao nosso trânsito, porém algumas medidas vêm sendo implantada a fim de reverter essa realidade. Uma delas é o prolongamento da Avenida João Paulo II, em Belém. No domingo, 23, o trecho entre a passagem Mariano e a Rua da Pedreirinha II foi liberado para o tráfego. A via tem mais de quatro quilômetros, com duas pistas com acostamento, ciclovia bidirecional, calçadas e canteiro central.

Av. Almirante Barroso em horário de pico

Outra medida que algum tempo vem tentando melhorar o trânsito de Belém é o sistema BRT. Porém as obras se estendem por quase uma década. Iniciada em 2011 o projeto pretende interligar o centro de Belém aos municípios da região metropolitana através de um corredor expresso. Porém até o momento pouco se avançou, e apenas alguns veículos, conhecidos por minhocão estão atuando na capital em horário esporádico. Os demais serviços continuam sendo operado pelos ônibus circulares.


Texto: Silvano Viana
Fotos: (1) Igor Mota (2) Belém Trânsito
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Hotel de Mosqueiro inspira coleção de designer de moda




Quem desembarca na ilha de Mosqueiro, Distrito de Belém, provavelmente se impacta com a peculiaridade do Hotel Farol, um dos mais antigos do nosso estado, datado de 1931, tombado como Patrimônio do Estado do Pará.

Pois é, o espaço inspirou a nova coleção de moda da designer Jackye Carvalho. As peças possuem influência da geometria que marca o estilo Art Déco e da Bauhaus (escola das artes plásticas e arquitetura de vanguarda da Alemanha). Por meio da técnica de sublimação, a designer estampa nas peças o grafismo dos pisos e azulejos do hotel.

As imagens foram gravadas em roupa de brechó, seguindo a técnica do upcycling - processo de criar algo novo e melhor a partir de itens antigos ou descartados.



O Hotel

O casarão foi erguido às margens do rio-mar para abrigar uma grande família que surgiu do romance entre um bragantino e uma jovem lusitana, na década de 1930. Repleto de azulejos portugueses, objetos seculares trazidos da Europa e traços das residências tropicais, o prédio, que data de 1931, é o mais antigo hotel em atividade na ilha.

Forjado sob a influência do estilo Art Déco (estilo artístico de caráter decorativo que surgiu na Europa na década de 1920), o local foi construído pelo advogado Zacharias Mártyres para abrigar seus 15 filhos, fruto de seu casamento com Adelaide de Almeida, lusitana que chegara ao Pará aos 9 anos de idade. O espaço é atualmente administrado por filhos e netos de Mártyres.

Por: Silvano Viana
Fotos: Divulgação
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FATOS & CURIOSIDADES: O Protetor da mata - CURUPIRA!


Para os índios e os bandeirantes, o Curupira era considerado uma criatura perigosa, demoníaca, maliciosa, muito temida. Isso porque esse personagem esteve associado a muitos casos de violência, rapto de crianças e horror psicológico.

Capaz de enfeitiçar as crianças, o Curupira as raptava e somente depois de sete anos elas eram devolvidas aos pais. Por isso, ficou conhecido como o mau espírito, disposto a assombrar as noites dos índios e dos bandeirantes.

Quem já viu o Curupira, descreve-o assustado: é um ser de pequena estatura, corpo coberto de pelos, olhos injetados de sangue, unhas azuis e, sua mais curiosa característica, pés virados para trás. A estranha criatura caminha pelas florestas com o calcanhar voltado para a frente, deixando pegadas ao contrário.


O Padre José de Anchieta, em 1560, relatou casos de índios que foram surpreendidos dentro da mata e surrados muitas vezes até a morte pelo Curupira. Em alguns estados do Brasil, ele surge com características e nomes diferentes. Ora aparece como Caapora, ora como Zumbi. Outras vezes, ainda, como Caiçara, sempre acompanhado de um grande número de porcos do mato.




Para defender a natureza que o abriga, o Curupira ataca seus inimigos fazendo deles vítimas que castiga de várias maneiras. A mais comum é transformar-se em caça, atraindo então o caçador cada vez mais para o interior da floresta, impossibilitando-o de encontrar o caminho de volta. Lá, entregue a própria sorte, o homem certamente morre de fome e exaustão.

Em outros momentos faz o contrário. Facilita o abate da presa, mas o caçador ao se aproximar, contente, do animal abatido, encontra no lugar seu filho, sua mulher ou um grande companheiro ferido. Outras vezes, ainda, só para assustar, o caçador é acordado em sua rede por um assobio estridente. Ou então, como se alguém ou algo estivesse surrando cães, por infernal gritaria.
Mas o Curupira não é só terror.

Há quem diga que ele não persegue quem caça por necessidade. Nesses casos, chega até mesmo a ajudar. Em troca de armas infalíveis, ele exige fumo, comida, cachaça e… segredo absoluto.

O que acharam?

Cuidado ao entrarem na floresta, pois o curupira pode está observando vocês.

Amor,Gratidão e fé.



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Farinha de Piracuí agora pode ser comercializada em todo o Pará




Produtores paraenses que atuam na fabricação da farinha de “Piracuí” agora podem comemorar. Tudo porque, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) regulamentou a atividade por meio da portaria nº 3.250. A partir de agora os pequenos produtores passarão a ter acesso as normas sanitárias e assim comercializar o produto em todo o estado.

Dentre as regras sanitárias presentes na portaria, está o cuidado desde o recebimento do Acari, passando pela lavagem adequada do pescado, seguindo para o cozimento, descamação, desfio da carne até a embalagem do produto. 

A produção de farinha de Piracuí é típica da região oeste paraense, a exemplo dos municípios de Prainha e Santarém. Para quem não conhece, a ela é produzida a partir do pescado, conhecido como Acari. Tudo começa com a fabricação do peixe descascado, assado e moído. Posteriormente os ossos e espinhas maiores são retirados. O sabor e o odor são característicos do pescado, e pode ser utilizados em farofas, tortas, ou bolinho.



Como preparar um bolinho de Piracuí

1/2 kg de batata 4 colheres (sopa) de azeite 2 colheres (sopa) de alho picado 1 cebola batida 1/2 kilo de piracuí 1 colher (sopa) de salsinha picada 1 colher (sopa) de cebolinha picada Molho de pimenta à gosto Sal à gosto 2 ovos 1 xícara de leite 2 xícaras de farinha de rosca Óleo para fritar

Modo de preparo Cozinhar a batata na água. Depois de cozida, amassar bem em um espremedor. Numa panela, refogar no azeite o alho e a cebola. Juntar o piracuí. Juntar molho de pimenta à gosto. Juntar a salsinha e a cebolinha. Misturar. Adicionar a batata amassada. Mexer bem com colher de pau. Checar o sal. Desligar o fogo.

Coloque em 3 pratos, o leite, os ovos batidos com um garfo, e a farinha de rosca. Depois de frio, fazer bolinhos com a massa e passar primeiro no leite, depois nos ovos e finalmente na farinha de rosca. Fritar em óleo quente e escorrer sobre papel toalha. Servir com limão ou molho de pimenta.


Texto: Silvano Viana
Fotos: Divulgação
Receita: Santarém Turismo

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sábado, 22 de setembro de 2018

Cleo Pires divide quarto com Léo Santana, usa jaqueta do cantor e internautas acusam romance

(Foto: Reprodução)
Parece que o publico está sentindo cheiro de casal. Os pombinhos da vez seriam Cleo Pires e o cantor Léo Santana, que até pouco tempo namorava a ex-bailarina do Faustão, Lorena Improta.

Os rumores de um possível relacionamento iniciaram quando a atriz surgiu vestindo uma jaqueta do baiano.

Na quinta-feira, nos bastidores do DVD de Dilsinho, Léo foi um dos convidados e vestiu a jaqueta minutos depois de Cleo aparecer com ela. Outra prova, foi um Stories publicado pela filha de Glória Pires, em que Léo aparece no fundo do vídeo, usando uma blusa branca. A ex do cantor também se fez presente na gravação do DVD.

Com informações de Tv Foco.
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