Da tribo indígena ao pornô, conheça a história de Bambola Star, novo fenômeno da internet


Angélica, Cleo Pires, Miguel Falabella e Luciana Gimenez são algumas das celebs que se renderam ao bordão de Bambola Star, a nova febre da internet. Acriana radicada na Itália há 30 anos, a trans e ex-atriz pornô lota o feed de seu Instagram com vídeos em que diz: “Bom dia, Brasil. Boa tarde, Itália. Estou de cara lavada, com água e sabão, e só um batonzinho Dolce & Gabbana”.

O que pouca gente sabe é que por trás da persona engraçada há uma história bem triste. “Sou da tribo dos índios Kaxinawá. Fugi de um igarapé entre o Acre e o Peru, aos 11 anos, e, até chegar no Rio, fui abusada diversas vezes por caminhoneiros que ofereciam carona”, disse, muito emocionada, por telefone, à reportagem.

Batizada José Francisco de Araujo, Bambola (“boneca” em italiano) adotou o nome artístico aos 17 anos, quando chegou na Itália.

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“Me perdoe pelo português, mas quando criança, só falava Huni-Kuí, a língua dos Kashinawás, e há 30 anos só falo italiano”, disse a moça que, de forma traumática, descobriu cedo suas preferências sexuais.

Bambola Star: travesti acreana é a nova sensação do Instagram

“Sempre soube que era homossexual, mas só percebi que me identificava mais com o gênero feminino, aos 12 ou 13 anos, quando usar sainhas era uma das poucas alegrias que eu tinha na vida”.
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