A ave soberana da noite: Coruja Branca (rasga mortalha).

(Foto: Reprodução)

As simbologias atribuídas a este animal variam bastante de cultura para cultura. Muitas delas, associam essa ave ao simbolismo espiritual e por outro lado, muitas crenças associam a coruja com a morte, o desastre e o mau agouro.

Que por meio de um grito ruidoso e olhar penetrante, elas avisam que algo de ruim acontecerá.
Em outras culturas antigas, também representava o governante da noite, guardião do submundo e protetor dos mortos.

Cada pessoa acredita no que quiser e faz bom uso ou não das crenças de cada lugar. Na região norte e nordeste tem a rasga mortalha, nome popular que se dá a uma pequena coruja de cor branca e vôo baixo.

O atrito de suas asas ao voar, produzem o som de um pano que está sendo rasgado. O povo acredita que, quando ela passa sobre a casa de alguma pessoa doente, é sinal de que essa pessoa está prestes à morrer.

A rasga mortalha só sai na boca da noite e é conhecida também como Suindara e pode ser encontrada em diversas partes do mundo, exceto em regiões polares e desérticas.

A origem da lenda:

A lenda diz que uma jovem chamada suindara, daí um dos nomes da coruja, trabalhava como carpideira e era filha de Eliel, um feiticeiro muito temido na região. Suindara era muito inteligente e respeitada e todos a chamavam de “coruja branca”.

Porém a jovem começou a namorar Ricardo, filho de uma condessa chamada Ruth, que era muito preconceituosa e nunca aceitaria o romance. Para o azar do casal Ruth descobriu o romance, marcou um encontro falso com suindara e mandou um empregado matar a jovem.

Por ser muito querida a cidade ficou em luto, enterrando suindara e fazendo uma bela coruja branca em sua cripta. O pai da jovem acabou descobrindo o crime e fez um poderoso ritual para se vingar da assassina. 

Ele foi até o túmulo e fez com que o espirito da jovem entrasse na estátua da coruja, fazendo com que ela ganhasse vida própria. Em seguida a coruja foi até a sacada da janela onde Ruth dormia e começou a fazer o seu piado característico, e ao amanhecer Ruth estava morta, com as roupas todas rasgadas. A partir daí a coruja ganhou a fama de ser agourenta.

*Eu nao acredito em sorte ou azar, acredito que o nosso destino traçado está e muito do que nos acontece é fruto de nossas escolhas, mas as coincidências repetidas são a janela para a superstição.

Até a próxima, beijos de luz!


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