Mistérios sem explicação: A moça do taxi!


  Segundo Jorge, cerca de 5 anos após a morte de Josephina, a família estava almoçando quando um estranho bateu na porta. “Era um senhor que disse ‘olha, eu sou um chofer de táxi, motorista, e ontem eu fui ao cemitério e apanhei uma moça que me pediu para levar ela de lá até a Basílica, e me pediu pra ficar e esperando. 

  Ela rezou, voltou, e me pediu para deixar ela de novo no cemitério, e cobrar a corrida na fábrica de calçados com o seu Nicolau’, que é meu avô”, disse. De acordo com o empresário, quando o motorista descreveu a passageira a família chegou a pensar que uma das irmãs de Josephina tivesse ido ao cemitério, pela similaridade do relato.

   “Meu avô olhou pra minha outra tia, irmã dela, e perguntou ‘Você esteve ontem no cemitério para visitar a sua irmã?’, e ela respondeu que não, que não tinha ido no cemitério. Aí o motorista ficou olhando para dentro de casa e apontou para um quadro dizendo ‘é aquela ali’, porque nas salas daquelas casas antigas tinham as fotos né, nos quadros. Aí o meu avô olhou assim, e disse ‘mas essa já morreu’”, relata Jorge. “O cara ficou pálido, pálido, e foi aquela confusão. Ele ficou tão assustado que nem quis cobrar a corrida”.

Até o próximo domingo com mais lendas urbanas e durante a semana não percam aqui comigo, fatos e curiosidades.beijinhos Débora Barroso

Do livro visagens e assombraçoes de Belém.(Walcyr Monteiro).


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