Alemã é condenada por ceder filhos a pedófilos na deep web

  Uma alemã foi condenada nesta terça-feira a 12 anos de prisão por prostituir e violentar o filho ao lado de seu conjugê, um pedófilo reincidente. O caso gerou muitas críticas sobre possíveis negligências das autoridades.

(Foto:Reprodução/ig)
  Durante mais de dois anos, Berrin Taha (48), e seu companheiro Christian Lais (39), um casal desempregado. Ofereceram a pedófilos a possibilidade de abusar do menino na internet ou melhor na deep web (conhecida como parte profunda da web).

  O tribunal condenou a mãe e o padrasto a 12 anos e meio de prisão. O tribunal também determinou medidas para atrasar a libertação o máximo possível. A mãe do menino, que hoje tem 10 anos nunca conseguiu de fato explicar seus atos.

(Foto:Reprodução/ig)
  O juiz considerou que a motivação inicial da mãe pode ter sido "razões financeiras". Recordou também que a mãe abusou de uma menina que ficou sob sua responsabilidade. O caso foi revelado após uma denúncia anônima em 2017. Depois, as confissões do padrasto, que já havia sido condenado por pedofilia e posse de material pornográfico com crianças, provocaram a detenção de vários clientes do casal, incluindo quatro alemães, um suíço e um espanhol.

  Os policiais esperam que o caso permita a detenção de outros pedófilos, com o apoio de vídeos e fotos de pessoas que cometeram os crimes e foram divulgados na deep web. Hoje, o menino não tem mais contato nenhum com a mãe e apesar das circunstâncias está bem, afirmou seu advogado.

Com colaboração de O Dia.


Por: Ygor Castro'


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