Fatos & Curiosidades: O livro de Dzyan Verdade ou farsa?

(Foto: Reprodução)

O Livro de Dzyan se encontra entre os chamados escritos sagrados da humanidade, ainda que seja um texto mais comentado do que realmente conhecido. De sua origem, pouco se sabe. As informações que se possui não se referem a sua data, mas dizem que é mais antigo que a própria Terra. São pergaminhos de origem tibetana citados por Helena Petrovna Blavatsky em seu livro "A Doutrina Secreta", que é uma obra teosófica. Blavatsky alegava que teria tido acesso e estudado estes pergaminhos em sua estada no Tibete.

Circulam rumores de que uma cópia do livro original está escondida em um monastério do Tibete, mas ninguém ainda conseguiu comprovar sua existência. As poucas pessoas que o leram enlouqueceram e morreram, vítimas de terríveis pesadelos.

O texto de Dzyan tem a forma de poesias, ou stanzas que contam a origem da humanidade desde seu início e cobre desde a pré-história até o florescimento de civilizações perdidas. O tratado afirma que existiram quatro raças que deram origem à humanidade atual.

A primeira raça constituída por seres etéreos que viviam em Vênus antes que um desastre condenasse o planeta. A segunda por uma raça de monstros humanóides estúpidos para a qual a raça original migrou sua consciência, a terceira teriam sido os habitantes do continente de Lemúria, a quarta a dos atlantes e a quinta seria a nossa raça atual.

(Foto: Reprodução)

A versão original de Blavatsky

Ao se basear no Livro de Dzyan para escrever "A Doutrina Secreta", Madame Blavatsky teria censurado alguns trechos por considerar o conhecimento ali contido potencialmente perigoso.

Edições mais antigas podem conter a descrição de magias e rituais criadas pelas civilização atlante. As versões Poliglota e Chinesa contém Invocar a Criança da Madeira (Invocar Cria de Shub-Niggurath), Invocar o Espírito do Fogo (Invocar Vampiro de Fogo), Invocar Espírito da Água (Contatar Profundos), Invocar aquele que vaga pelos planos (Invocar Andarilho Dimensional), Invocar Espírito do Ar (Invocar Byakhee), Visões de Sonhos (Contatar Cthulhu). 

A versão em inglês traduzida por Dee, contém os rituais acima que o guardião achar adequados. A edição de Blavatsky via de regra não possui magias, a não ser que o Guardião queira colocar um ritual em suas páginas.

As Estâncias de Dzyan, são uma velha compilação de antiqüíssimas lendas orientais, conservadas pela tradição oral até que surgiu a escrita. O livro foi escrito há pelo menos 3.000 anos atrás, mas alguns estudiosos julgam que alguns dos fatos nele descritos remontam há até 10 mil anos. Seja como for, existe neste livro uma passagem impressionante que relata, com riqueza de detalhes, a vinda a Terra de homens do espaço:

 "Um grupo de seres celestes veio à Terra a muitos milhares de anos atrás num barco de metal que antes de pousar circulou a Terra várias vezes. Estes seres estabeleceram-se aqui e eram reverenciados pelos homens entre os quais viviam. Com o tempo, porém, surgiram rixas entre eles, e um determinado grupo separou-se, indo se instalar em uma outra cidade, levando consigo suas mulheres e seus filhos".

"A separação não trouxe a paz e sua ira chegou a tal ponto que um dia o governante da cidade original tomou consigo um grupo de homens e viajando num esplendoroso barco aéreo de metal voaram para a cidade do inimigo. Ainda a grande distância lançou contra ela um dardo flamejante que voava com o rugido de um trovão. Quando ele atingiu a cidade inimiga destruiu-a numa imensa bola de fogo, que se elevou ao céu, quase até as estrelas".

Ainda no texto, todos os que estavam na cidade pereceram horrivelmente queimados:
"Os que estavam fora da cidade, mas nas suas proximidades, morreram também. Os que olharam para a bola de fogo ficaram cegos para sempre. Aqueles que mais tarde entraram a pé na cidade adoeceram e morreram. Até a poeira que cobria a cidade ficou envenenada, assim como o rio que passava por ela. Ninguém mais voltou a se aventurar lá e seus escombros acabaram sendo destruídos pelo tempo e esquecidos pelos homens. Vendo o que tinha feito contra sua própria gente, o chefe retirou-se para seu palácio, recusando-se receber quem quer que fosse. Dias depois reuniu os homens que ainda lhe sobravam, suas mulheres e filhos, e embarcaram todos nos navios aéreos. Um a um, afastaram-se da Terra para não mais voltar".

(Foto: Reprodução)

Filha de nobres, a ucraniana Helena Blavatsky, fundadora da Sociedade Teosófica, apresentou dons psíquicos desde criança.

Escritora, teóloga e filósofa, Elena Petrovna von Hahn (30 de julho 1831 – 8 de maio 1891) teve educação refinada e desde muito cedo mostrou-se rebelde e independente. O francês Louis Jacolliot, no século 19, parece ter sido o primeiro a batizar esse livro de “As Estâncias de Dzyan.” Desde àquela época, pode-se notar uma série de acidentes acontecidos com pessoas que pretenderam possuir esse livro. O certo é que foi com a ascenção e queda de Madame Blavatsky que a história desse livro apareceu em toda a sua extensão.

Em 1852, Blavastky voltou à India, rumou depois para Nova York e viveu novamente no oeste. Em 1855, novamente em Calcutá, de onde tentou entrar no Tibet, sendo violentamente impedida por autoridades inglesas.

A partir deste incidente começou a receber ameaças: se ela não restituisse o exemplar de “As Estâncias de Dzyan”, infelicidades se abateria  sobre ela. Com efeito, em 1860 ela caiu doente. Durante três anos perambulou pela Europa como se estivesse sendo perseguida.

Em 1870 voltou ao Oriente, a bordo de um navio que atravessou o Canal de Suez – que acabava de ser aberto. O navio explodiu. Diz-se que transportava pólvora para canhão, mas isto não está provado. A maior parte dos passageiros morreram nesta “acidente”, mas Madame Blavatsky escapou miraculosamente.

Foram muitos anos de aventura ou fuga,ela chegou até a dizer que o livro era inventado,uma fantasia apenas para ganhar dinheiro,mas esse relato de Helena foi após quase ter sido assassinada.
A importância da contribuição de Blavatsky foi reafirmar o divino, oferecendo caminhos de diálogo com a Ciência e tentando purgar a Religião institucionalizada de seus erros seculares, combatendo o dogma e a superstição, incentivando a pesquisa científica, o pensamento independente e a crítica da fé cega através da razão.

Conheça um pouco mais no video abaixo.




Até a próxima!
Amor,Gratidão e fé.




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