Fatos & Curiosidades: Passo Dyatlov - O terror no gelo.

(Foto:Reprodução)
Os nativos tinham feito contato com Dyatlov antes da trilha começar, quando a expedição cruzara por várias das acanhadas vilas locais. Relataram-lhe que a montanha não era um lugar seguro. Os Mansi, em sua maioria, tinham medo do local. Kholat Syakhl, a exemplo da Otorten, tinha um pitoresco significado na língua nativa: "a montanha dos mortos".

Em 28 de janeiro, no dia seguinte, Yuri Yudin sentiu uma súbita dor nas costas de uma velha lesão que o acompanhava desde outras expedições - e deu-se conta de que, naquelas condições, jamais conseguiria completar a jornada. Decidiu abandonar o grupo, retornando a Sverdlovsk. Seria o único sobrevivente da expedição.

(Foto:Reprodução)

Despedida de Yuri Yudin, a 28/01/1959. Dyatlov observa o abraço entre ele e Lyudmila ao fundo.

Aqui começa esse mistério em torno da morte de nove pessoas  sete homens e duas mulheres em uma montanha da Rússia.

31 de janeiro, começou a escalada da primeira montanha da trilha. Eles subiram até o cume e depois desceram rumo a um vale, onde coletaram alimentos e provisões. No dia seguinte, dia 1º de fevereiro, continuaram a descer até a base da montanha. Nesse dia, uma nevasca diminuiu drasticamente a visibilidade e fez a temperatura despencar. Com a visibilidade comprometida, o grupo errou o caminho, e acabou se encaminhando para o  local que lhes serviria de sepultura: a montanha Kholat Syakhl. Quando perceberam o desvio de rota, era tarde demais. Optaram por acampar na encosta da Kholat Syakhl. Seria a última noite de suas vidas.

(Foto:Reprodução)

É aqui que as coisas começam a sair do comum. No dia 26 de Fevereiro de 1959 o grupo que os procurava se depara com o acampamento dos estudantes. Abandonado e quase soterrado pela neve. Ali, os primeiros sinais de que algo estava muito estranho: as barracas estavam cortadas, não rasgadas mas cortadas por uma faca, e pela direção das fibras, cortadas de dentro para fora. Haviam pegadas na neve em direção a um bosque próximo. Seguindo-as, as equipes de resgate encontraram os restos de uma fogueira embaixo de um grande pinheiro. E com ela, os dois primeiros corpos.

Esses dois primeiros estavam descalços e usando apenas roupa de baixo. Lembrando que o local costumava ter temperaturas na média dos -30° nessa época do ano. Logo depois, foram encontrados mais três corpos, enterrados pela neve. Os três pareciam estar voltando para o acampamento quando morreram. Os outros quatro corpos foram encontrados mais de dois meses depois, soterrados por mais de quatro metros de neve um pouco mais distantes do acampamento.Alguns corpos apresentavam fraturas no crânio e nas costelas SEM MARCA APARENTE de qualquer trauma na pele. Como se as pancadas ocorressem de DENTRO PARA FORA.

(Foto:Reprodução)

Ainda a respeito da barraca, consta no laudo oficial da polícia: "A inspeção da tenda mostrou que foi instalada corretamente e fornecia o devido alojamento para os turistas. Dentro da tenda, estão postos dois cobertores, encontrando-se também as mochilas, jaquetas impermeáveis e calças.

Mais tarde, a perícia determinaria que a barraca tinha sido rasgada, de dentro para fora, pelos próprios montanhistas, em uma desesperada tentativa de fuga,sabe-se lá de quê. 

Animais selvagens estiveram ali? Possivelmente. Caçaram e abateram os montanhistas? Certamente não.

O que aconteceu de fato com eles?

Força desconhecida, pé grande, alienígenas e roupas contendo radiação!

(Foto:Reprodução)

Georgy e Doroshenko foram os primeiros a ser encontrados, em 26 de fevereiro de 1959.

Doroshenko é o mais próximo da fotografia e está de barriga para cima. Tinha 1,8m de altura e era o mais forte. Coincidentemente foi o primeiro a morrer.

Georgy é o mais afastado da  fotografia e está de bruços. Ambos apresentavam inúmeras contusões e Georgy estava sem o nariz.

(Foto:Reprodução)

Igor, o líder da equipe, apresentava inúmeros arranhões, contusões e hematomas. Nada letal. Morreu de hipotermia.

(Foto:Reprodução)

Embora os cinco corpos morreram em posições que indicam uma tentativa de retornar à barraca, Zina foi a que chegou mais perto. Possuía um grande hematoma na região da cintura mas morreu de hipotermia.

Rustik só foi encontrado em 5 de março e autopsiado no dia 8. Apresentava múltiplas fraturas nos ossos do crânio como se tivesse se ferido com tudo o que esbarrasse pelo caminho. Estava enterrado na neve e os investigadores acreditam que era o único que tinha algum calor corporal, pois a neve abaixo dele derreteu e se transformou em gelo. 

A causa da sua morte foi a hipotermia.

Os outros quatro corpos que foram encontrados no dia 4 de maio, mais de dois meses depois, por um caçador Mansi. Estavam em um declive do terreno que, com a água do degelo de primavera, transformou-se em um pequeno riacho, acelerando a decomposição dos corpos. Apresentavam fraturas múltiplas de costelas como se tivessem sido atropelados por um automóvel, porém sem marcas externas. Lyuda foi a alpinista que mais sofreu. Estava sem os olhos e tanto a língua quanto parte da musculatura da boca haviam sido arrancadas. Uma das costelas perfurou-lhe o coração e foi a única alpinista que não teve como causa da morte a hipotermia.

(Foto:Reprodução)

Nenhuma teoria responde a todas as perguntas feitas. E como parte dos arquivos ainda está guardada a sete chaves como material "classificado", as causas das mortes continuarão um mistério. Durante os funerais, vários membros das famílias alegaram que a pele dos mortos estava com uma cor laranja estranha, e seus cabelos haviam ficado cinza. Além disso, nas medições foram encontradas alta radioatividade em várias peças de roupas analisadas, que por mais que estivessem na posse de outros, pertenciam a Lyudmila. Depois de apenas 4 semanas, a URSS finalizou o caso e concluiu que eles morreram devido a fúria da mãe natureza e que a causa oficial da morte é hipotermia, algo lógico ao ficar a 20 graus abaixo de zero. As fraturas de Lyudmila, Zolotarev e Thibeaux eram fatais, mas a hipotermia como causa final ou aceleração da morte não é descartada.

 O que pode aterrorizar um grupo de nove pessoas, acostumados a acampar em locais extremos e com grande força física? Eles não eram colegiais acampando com medo do escuro.

- Por que Ludmila foi encontrada sem a língua?

- Os ferimentos foram tão intensos que nenhum ser humano seria capaz de fazer. Quem fez?
Um de tantos mistérios sem explicação.

Até breve e caso queiram saber mais sobre esse caso,vejam o video abaixo.





Amor, Gratidão e Fé.



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