Fatos & Curiosidades: DESMOND DOSS - O herói que salvou 75 vida na 2ª Grande Guerra

(Foto: Reprodução)

Desmond nasceu no dia 7 de fevereiro de 1919 na cidade de Lynchburg, na Virgínia (EUA). Desde cedo ele já demonstrava ser extremamente empático; ainda na infância, ele andou nove quilômetros para doar sangue a uma vítima de um acidente.

Sua repulsa em relação a armas de fogo começou quando seu pai, bêbado, sacou uma arma durante uma discussão com seu tio.Nessa ocasião, a mãe de Desmond lhe pediu para pegar a pistola (uma calibre .45) e escondê-la em algum lugar seguro.

Visto que naquela época o norte-americano já frequentava a Igreja Adventista do Sétimo Dia, ele prometeu para si mesmo que jamais tocaria em uma arma novamente — promessa que, por mais incrível que possa parecer para alguém que serviu ao exército, foi cumprida com êxito.

Ao completar 18 anos de idade, Desmond se alistou às Forças Armadas e passou a trabalhar nos estaleiros de Newport News. Com a explosão da Segunda Guerra Mundial, foi convocado para lutar

— mas sua insistência em não carregar armas ou matar pessoas causou estranheza em seu esquadrão.

BATALHA SANGRENTA

Foi no dia 5 de maio de 1945 que Desmond se tornaria o herói que todos conhecem. Na batalha da Escarpa de Maeda, como ficou conhecido o conflito ocorrido em Okinawa (Japão), o exército japonês esperou até que toda a tropa ocidental estivesse cruzando a planície para iniciar seu ataque, atirando e lançando morteiros contra os soldados. Os militares estadunidenses foram massacrados em poucos segundos.

Felizmente, eles tinham Desmond. O médico, em pleno campo de batalha, tratou das feridas de seus colegas enquanto arriscava sua própria vida. Banhado em sangue alheio, ele fez torniquetes, aplicou técnicas de primeiros-socorros e carregou seus amigos até as bordas do cume, deslizando-os cuidadosamente para um lugar seguro. Em aproximadamente 12 horas de trabalho ininterrupto, Desmond salvou 75 vidas.

(Foto: Reprodução)

Desmond não tinha amigos. Seus colegas no campo de treinamento o consideravam inútil, arremessavam botas enquanto ele rezava em seu bunker e o sobrecarregavam com tarefas ingratas aos domingos, visto que, aos sábados, ele se recusava a trabalhar para respeitar o descanso sagrado previsto em sua religião. Mesmo com tantos obstáculos, Desmond continuava firme e forte em suas convicções.

Além de uma medalha de honra, Desmond ganhou um presente curioso de seus oficiais após a conquista americana naquele território: sua bíblia, que carregava consigo desde o seu ingresso no Exército e que havia sido perdida durante uma das batalhas. Seus amigos vasculharam toda a área até encontrar o tomo, que foi devidamente devolvido ao herói.

(Foto: Reprodução)

Desmond morreu em 2006 aos 87 anos, após ser internado com problemas respiratórios.
São histórias como essa que nos inspiram a ser pessoas melhores e de coração humilde e mãos estendidas para ajudar o próximo.

Que a atitude de Desmond motive cada pessoa a fazer o bem por amor e em meio a uma dor,ele escolheu não matar,não ferir e sim ajudar da maneira que sabia e podia naquele momento.

Amor, Gratidão e fé.


Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Você sabia que a mulher mais alta do Brasil é paraense? Conheça

Belém ganha nova Agência de Namoro e Matrimônio

Após injetar cimento, transexual recupera feições com procedimento